quarta-feira, 28 de abril de 2010

Apenas uma noite...



Ela estava na minha cama nua e eu beijando suas pernas, lambendo sua virilha, enquanto ela ofegava e puxava meus cabelos querendo que eu subisse o meu corpo e fui lambendo da virilha até os seios...
E depois nos agarramos e ela subiu em mim, ficamos nos beijando por longos momentos enquanto minhas mãos alisavam suas costas, bunda e pernas. Esfregava minha boca em seus seios... enquanto ela segurava no meu pescoço.
Eu respirava ofegante e podia sentir o seu corpo quente. Ela se virou e ficou em cima de mim, então eu beijei seu pescoço podendo sentir seu perfume. Mordi com carinho
seu ombro, o seu queixo enquanto ela se esfregava sobre a minha perna encaixando o seu sexo em uma das minhas coxas, alisando seus pelos e molhando minha coxa. Agarrei os seus cabelos com uma das mãos e lhe beije a boca, sua língua invadiu a minha e ficamos nos beijando loucamente...
Eu sentei na cama e ela sentou no meu colo com as pernas abertas roçando o seu sexo no meu até encaixar suavemente. Ficamos parados um olhando para o outro respirando ofegantes. A minha boca estava umidecida e ela mordia meus lábios, as minhas mãos alisavam suas costas com carinho e me encantava com os seus cabelos no meu rosto. Ela começou a se movimentar... e eu ficava buscando olhar para o seu rosto, ver a sua reação... o seu desejo, eu tentava me controlar para não te morder... o tesão era tão intenso, podia sentir o seu corpo colado ao meu vibrando... subindo... descendo... tudo tão quente...
A joguei para trás e a deitei, colhi minha boca nos seus seios e fui descendo lentamente pela sua barriga passando pelo umbigo e encaixando meus lábios nos seus lábios vaginais. Coloquei minha língua no teu clítoris... chupei com gosto esfregando minha boca gulosa por toda a extensão do seu sexo. Ela gemia e puxava a minha cabeça de encontro ao seu sexo. Eu lambia, chupava... mordia... com carinho e desejo. Beijava seus grandes lábios como se fossem uma boca e podia sentir o seu gosto em minha língua.

Estava entregue a sua volúpia, estava insano, louco por ela. Podia sentir sua pele roçando na minha, seu gosto invadindo a minha boca e eu estava envolvido.
A carreguei no meu colo e a coloquei de lado, deitada. Deitei ao seu lado, encostado,
e pude penetrá-la pela segunda vez, de ladinho. Eu tinha a imagem perfeita do seu corpo entregue, se mexendo. Eu estava tão excitado, entregue aos seus movimentos, não podia medir a intensidade mas sei que eu estava louco... Seus cabelos caiam sobre os meus olhos enquanto uma das minhas mãos passeava pelos seus seios e a outra puxava seu rosto ao encontro do meu. Nos beijávamos como nunca havíamos feito antes, havia só eu e ela.

Ela virou de frente para mim, ainda de lado e ficou me olhando com os olhos mareados, brilhantes... a sua boca estava vermelha intensa e eu apenas dizia, te desejo, te amo.
Ela me abraçou e ficamos assim abraçadinhos... recuperando o fôlego.


Acordei suspirando alto e a procurando ao meu lado, tentando entender por que foi tão real. Meu coração estava acelerado e meu corpo suado. Eu podia sentir seu cheiro, seu gosto em minha boca. Esperava que ela entrasse pela porta e me beijasse loucamente.
Mas foi só um sonho, nada mais que um sonho.

*Autor: Anônimo

segunda-feira, 26 de abril de 2010

A APAE precisa de ajuda.

Hoje fiquei bestificada, sem palavras diante de uma situação.

Fomos à Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) entregar 75 kg de alimentos arrecadados na Palestra "Hermenêutica da Cordialidade", uma das fases do Projeto Conhecimento Solidário, desenvolvido pela Escola da Magistratura do Estado de Rondônia - Emeron.

Eu já sabia que não iria encontrar o melhor ambiente do mundo, entretanto a situação me deixou surpresa e revoltada.

A Apae atualmente se localiza em frente ao Posto de Saúde Ana Adelaide, em uma casa que em julho deverá ser desocupada. O motivo? Eles devem 18 meses de aluguel. Há apenas uma promessa, que não se sabe se será cumprida, feita pelo governo estadual de realocar a Apae em um dos antigos prédios da Esplanada das Secretárias (ideia essa que eu não acho viável, já que todos sabemos as más condições destes prédios, motivo que gerou a construção do CPA).
O prédio onde a Apae está hoje, é uma residência que foi adaptada as necessidades da instituição, mesmo assim não as atende totalmente. Há alguns cadeirantes na associação e a casa não é adaptada a este tipo de necessidade.

Visitando as instalações da Apae vimos o milagre que eles realizam com pouco espaço, poucos recursos e muita, mas muita boa vontade. Segundo uma das funcionárias, atualmente eles atendem cerca de 90 excepcionais, entre várias deficiências, e há uma lista de espera com mais 36 pessoas. Esta lista existe porque a instituição não possui estrutura pra atender mais pessoas. Já luta com dificuldades pra manter-se de pé com seus 90 estudantes.

O local não é adequado, falta espaço (só há uma sala de artesanato), são poucos professores (cedidos pela prefeitura), só há um servidor para cuidar da limpeza, servidor este que é pago com os poucos recursos da Apae. Há um ônibus para atender aos os estudantes que dependem dele pra ir a associação. Segundo a servidora que conversou conosco, eles recebem através de convênio R$ 24.000.00 para o combustível anualmente, isso mesmo anualmente. Para um ônibus que roda a cidade toda, nos mais longínquos bairros, isso é muito pouco. Esse dinheiro é somente para o combustível e não para manutenção. Ano passado, o ônibus ficou 8 meses parado pela quebra de uma peça e pela falta de recursos para repô-la. Com isso vários estudantes ficaram sem frequentar a instituição pela falta de condução. O motorista é pago através da contribuição mensal de R$ 50,00 dada pelos pais.

Aparentemente não há interesse da prefeitura nem do Estado para com a associação. A prefeitura colabora apenas com a cedência de professores e o Estado colabora com promessas. Por isso afirmo que eles realizam milagres, pois sem apoio nenhum mantêm-se de pé.

Na sala de artesanato fiquei impressionada com a qualidade nos trabalhos desenvolvidos pelos estudantes. Não que eu duvidasse da capacidade deles, mas sim, pelo fato de realizarem um ótimo trabalho com poucos recursos. As peças são vendidas e o dinheiro arrecadado é utilizado para a reposição de material e nas despesas da associação. Como forma de recompensa, todo fim de ano eles ganham um mimo pelo trabalho feito no decorrer do ano. Os trabalhos realizados pelos estudantes, são incríveis, cada quadro lindo, artesanatos perfeitos.

O que mais me marcou é o amor que os servidores tem pela associação. Elas falam com um carinho do trabalho que desenvolvem apesar de todas as dificuldades. Mostram preocupação com os alunos e suas situações familiares, os procuram em caso de faltas seguidas, procuram ajudá-los no que podem.

Segundo as servidoras as maiores necessidades são as seguintes: produtos de limpeza, fraldas geriátricas tamanho G, um espaço adequado e maior, mais professores, mais convênios e mais recursos pra poder continuar o trabalho e principalmente oferecer um trabalho melhor.

Se você puder ajudar, ajude, eles precisam de todos nós.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Numa madrugada qualquer...





Após uma semana tumultuada de dores, choros, arrependimentos e decisões sentimentais eu vi que tudo valeu a pena.

No meio da madrugada, palavras e sentimentos profundos foram revelados. Conselhos, segredos e uma surpreendente reação.

Após tudo isso um grande abraço quente, acolheu meu corpo do vento frio. Um abraço gostoso, expressando todos os sentimentos existentes entre nós.

Vontade de ficar ali eternamente acolhida, sentindo o carinho e o amor que me envolvia. Foi lindo e sentir o amor a mim.

- Eu te amo, eu te amo, eu te amo.

Também te amo.

sábado, 17 de abril de 2010

"Eu aceito críticas construtivas"

As pessoas bradam aos quatro cantos que odeiam falsidade, mentiras, que são sinceras e gostam de receber críticas "construtivas". Isso é lindo na teoria, mas na prática...

Segunda aconteceu uma coisa que é o mote do post de hoje e eu relatarei a seguir.

Estava eu na internet quando me lembrei de olhar as fotos da peça "Diálogo dos Pênis" e do show do Ben Ludmer.
Aí abri os sites que cobriram ambos os eventos e comecei a olhar as fotos. O que encontro? Fotos estouradas, com as pessoas com olhos fechados entre outras coisas.

Aí twittei críticas a esse mercado. Fiz isso porque já trabalhei na área e tenho conhecimento suficiente pra saber que aquele serviço não é um dos melhores.

Só que isso causou indigestão em uma empresa da área. E isso me incomodou.

Já disse, boglei e twittei minha indignação quanto as empresas que prestam mal serviço. Acho absurdo pagar por um serviço e ele ser uma porcaria.

Aqui em Porto Velho acontece uma coisa engraçada (ou seria ridícula?), as empresas se ofendem se você reclamar do mal serviço que elas prestam. Acho isso o cúmulo da falta de profissionalismo.

"Críticas e sugestões são sempre bem vindas" é mesmo??? Então porque não as recebem bem??? Porque se revoltam quando acusamos as falhas???

Todos temos o direito e a obrigação de cobrar por aquilo que pagamos ou pelos serviços públicos. Porém quando cobramos, saímos como os vilões da história. Acho absurda a falta de visão das empresas, que não entendem que as críticas são o meio que elas tem pra corrigir as falhas e crescer. Crescer, senhores empresários, significa maior Lucro e lucro é dinheiro. Nem por isso, pra ter mais dinheiro, vocês se empenham em melhorar???

Funcionário não muda sozinho, pra isso a melhoria tem que vir da diretoria. Com capacitação, aualizações, treinamentos e uma política interna que estimule o trabalhador. Mas isso é visto como gasto desnecessário, frescura.

A população também tem sua culpa, é "mulher de malandro". É constantemente mal atendida e volta a frequentar os mesmos lugares. Continua a dar lucro pra uma empresa que a trata pior que cachorro.

Vamos acordar meu povo. Valorize o dinheiro que você luta pra ganhar, gastando-o nos lugares que prestam bom atendimento e cobre dos que não prestam.

Senhores empresários acordem, grandes empresas estão vindo a Porto Velho e elas possuem políticas de comunicação e qualificação (o que também não garante um serviço perfeito) de funcionários. Os senhores vão esperar o quê, terem prejuízos pra correr atrás??? Façam isso pra melhorar e não como medida pra evitar a falência.

Isso não se resume a empresas, as pessoas também não suportam receber críticas. Quem critica deixa de ser amigo, por que ofendeu os brios alheios. Entre "uma mentira que ilude ou uma verdade que dói" as pessoas preferem continuar iludidas a reconhecerem seus erros.
Mas dizer a verdade não é humilhar, subjulgar, nem uma forma de demonstrar superioridade. Se alguém agiu assim com você é porque essa não é sua amiga de verdade. Amigo é o que te mostra o teu erro e te indica uma melhora, sem ofender nem causar constrangimento.

Apendam a ouvir críticas racionalmente, sem achar que é pessoal. Aprendam a discernir os comentários motivados por despeito das críticas construtivas.

Ah, não fiquem com raiva de mim por ter feito criticas, fiquem com raiva de vocês mesmos por não serem melhores e nem procurarem melhorar.

domingo, 11 de abril de 2010

Back in Black

Eu gosto muito dessa música e sempre uso essa expressão.

"Estou me libertando do nó da forca
Que me manteve pendurado até agora

Porque eu estou de volta
Sim, eu estou de volta
Bem, eu estou de volta
Eu estou de volta de preto"

Esse trecho traduzido diz bem o que eu quero dizer.

Depois de duas semanas estressantes e muito cansativas, eu estou de volta.

Duas semanas de muito trabalho, problemas, ansiedade, nervosismo, má alimentação, noites mal dormidas, descontrole emocional e principalmente muito mal humor por tudo isso.

Eu amo meu trabalho, a sensação de alegria e dever cumprido ao olhar tudo acontecendo não tem preço. Apesar de tudo, valem cada minuto de correria.

Ouvir parabéns da minha chefe e saber que tudo ali foi feito por mim (com a colaboração dos colegas, principalmente Lorena Sarraf, que também sofreu junto comigo) é algo muito bom.

Nesses últimos meses desmistifiquei aquela velha máxima que diz que funcionário público não trabalha. Pois eu afirmo sem medo de errar, funcionário público trabalha sim e muito. Como tudo na vida tem aqueles que vieram a passeio, mas 90% matam uma alcatéia de leões por dia.

E quem veio a passeio não pode trabalhar com comunicação,pois trabalho é o que não falta. Porque os comunicólogos também matam uma alcatéia por dia.

Trabalhar com o que gosta é a melhor coisa que existe, sentir prazer por mais cansaço que se tenha é muito bom. Fazer cada detalhe com amor e saber que as pessoas ficaram felizes com seu trabalho é incrível.
Não posso descrever a alegria que senti ao ouvir os parabéns da minha coordenadora e saber que meu trabalho tem agradado meus diretores e nossos clientes. Todo o cansaço do meu corpo se foi, pela primeira vez em duas semanas dormi sem pensar no que tinha que fazer no dia seguinte. Dormi aliviada.

Por isso estou de volta. Por que eu acho que meus dias de loucura me darão uma trégua até o próximo evento. Vou voltar a ser quem sou normalmente, sem crise de desespero, nem brigas, nem mal humor constante. Também vou comer e tentar dormir melhor.

Voltei, mas sentindo falta da loucura que eu amo.

Estou voltando de preto (um vestido preto chiquéeeerrimo, é claro) e mais potente do que nunca.

domingo, 4 de abril de 2010

Serviço de utilidade pública: agenda cultural

Esse mês vai ser do jeito que eu gosto, beeem agitado. Vários eventos, entre eles duas crias minhas.

07 a 14 - "Se fosse com você?"
Exposição fotográfica da jornalista Lu Braga
Local: Porto Velho Shopping.
Entrada franca

07 - Sempre um papo com os atores da Peça "Diálogo dos pênis"
19h às 20h30 no Sesc
Entrada Gratuita

08 - Peça "Diálogo dos pênis"
Local: Peixe Beer
Horáio: 20h.
Informações: 8115-0545

09 - Palestra "Hermenêutica da Cordialidade" com o Dr. Guilherme Leite.
Às 19h30 no auditório do TJRO.
Entrada: 1 kg de alimento não perecivel.
Informações e inscrições no www.tjro.jus.br ou comigo.

11 - Show "Tudo Ben" com o mágico e standuper Ben Ludmer.
Às 20h no Espaço Brasil.
Ingresso: R$ 20,00 + 1 litro de leite na mega nutri e Ocapana modas.

17- . (Ainda não tenho os dados do evento, assim que tiver eu posto aqui)

30/04 - IV Twitterencontro

30/04 a 02/05 - Curso Practitioner Programação Neurolinguistica.
Horário de início sexta, 30 de abril de 2010 às 18:30
Horário de término domingo, 2 de maio de 2010 às 17:00
Local:BR 364 Km 08 Porto Velho/ Rondônia (próx a Termonorte)
Informações e Inscrições:
Adimari Carvalho – 69 8461-1566 – adimari@multiplik-ro.com.br
Cristiane Farias – 69 8447-0202 – crisfarias@multiplik-ro.com.br

Bom galera, agora é preparar a agenda (e o bolso também), obviamente devo ter esquecido algum evento. Quem souber mais coisa manda que eu posto aqui.

Bjinhos, bons eventos.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Mudanças




Mudar é bom, mas é difícil. Decidir mudar é mais complicado que o ato da mudança, pois não é fácil abrir mão de hábitos enraizados em você - por mais que eles não sejam os melhores hábitos a se ter.

Logo vem a cabeça o questionamento do por que da decisão. Se perder quem você é ou um hábito que se tenha vale a pena pra ganhar novos hábitos ou pra ser alguém diferente.

Algumas mudanças vem por necessidade outras por vontade, algumas outras você nem percebe. As mudanças necessárias são mais doloridas, mas são nelas que mais se aprende. São aquelas em que você é devorado pela situação antes mesmo de ter uma opção de escolha.

Também se pode mudar por opção. É um caminho duvidoso até decidir mudar, mas você tem a oportunidade de escolher no que se transformará.

Algumas mudanças ocorrem sem nem se perceber, algumas vezes é pra melhor outras pra pior.

Decisão tomada, aí vem o longo caminho da transformação. Ser firme diante da "tentação" não é fácil. Parece que só porque você está mudando, os antigos hábitos parecem mais atraentes. Decidir manter-se firme ou sucumbir a tentação é uma linha tênue e inconstante.

Eu gosto de mudanças, de melhorar aquilo que me incomoda, de sentir-me melhor ao olhar no que me transformei.

Assim como todo mundo já mudei pela necessidade (e sofri pra caramba com isso), mudei por opção (o que sempre me deixou feliz) e algumas tantas nem percebi.

Mais uma vez eu estou mudando, dessa vez não é por necessidade mas por vontade. Vontade de ser melhor, de amadurecer e seguir trilhando o caminho que eu lutei tanto pra conseguir. No fundo é uma necessidade também, tornar-me mais centrada pra fazer as escolhas certas, aprender a aproveitar mais e tantas outras coisas que almejo.

Como diria um velho ditado "Jacaré parado vira bolsa". A mudança é precisa, quem não muda e se adapta é engolido pela situação. Se nosso corpo muda ao longo dos anos porque nossa cabeça não pode acompanhar essa evolução?

Vejo pessoas que vivem como se estivessem na adolescência ou até mesmo na infância. O corpo cresceu, amadureceu e a cabeça continua pequena. Lamento por gente assim, é uma sensação tão boa olhar pra trás e ver o quanto você evoluiu, o quanto conquistou por conta das mudanças.

Não é fácil o processo, mas o resultado é muito gostoso.

Aproveite a Páscoa e seu espírito de ressurreição. Mude, reinvente-se, renove-se, recrie-se. Garanto que fará muito bem.